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5G é um caminho, não um destino!

Como transformar o tempo a nosso favor e construir as redes do futuro desde agora

Thaís Monteiro
6 de março de 2019 - 16h18

Novas tecnologias seguem um caminho similar e padrão com relação às expectativas criadas.

Num primeiro momento, hype. Enormes expectativas, demonstrações inovadoras, provas de conceito, briga por top of mind, liderança na especificação dos padrões que podem significar importantes receitas futuras em propriedade intelectual e muita empolgação com as possibilidades de novos negócios. Num segundo estágio, baixada a serotonina desta tendência, vem o período de desilusão. As expectativas iniciais criadas, talvez um pouco altas, não encontram horizonte de curto prazo e boa parte dos esforços do momento parecem ter sido em vão. Estacionem seus carros aqui no período de desilusão, já voltamos a ele.

(Crédito: Lina White/Unsplash)

Num mercado de telecomunicações desafiador como o nosso da América Latina, podemos sair do Mobile World Congress, aqui em Barcelona, com a sensação de que o 5G é coisa apenas para operadores e países desenvolvidos e que ainda esperaremos dois ou três anos até desfrutarmos desta tecnologia no Brasil. É preciso reconhecer que o mercado latino-americano apresenta combinação única de alta competição, baixa receita por usuário, sobre regulação dos governos e altas cargas tributárias sobre os serviços. No entanto, esse cenário de externalidades que já está presente há muito tempo, e ao qual devemos trabalhar em conjunto com governos e sociedade para alterá-lo, não pode ser fator que nos leve a procrastinar justamente agora na transição de modelo operacional e de negócios mais importante das telecomunicações em muitos anos.

Voltemos para onde paramos o nosso carro. Do período de desilusão, podemos tirar grandes lições e planos de ação e nos movermos rapidamente para o próximo estágio, o de assentamento das expectativas e execução do 5G, que começa agora. Há uma parte central que não precisa do 5G para ser implementado: a cloud. A nuvem, ou o conceito expandido da VMware de multiple clouds, é a fundação sobre a qual se construirão os modelos de negócios que transformarão o negócio das operadoras. Se suas funções de rede e workloads estarão na cloud privada, pública – porque não? -, telco ou edge, é estratégia que deve ser tomada e executada agora. Todas elas devem ser orquestradas e operadas centralmente como se fossem um único recurso computacional, de utilização e de consumo tão simples quanto a eletricidade que você utiliza.

Para co-criar e executar melhor esta estratégia junto às operadoras, temos a VMware, que foi a protagonista na criação dos conceitos mais inovadores de virtualização, multiple clouds e na transformação do negócio de seus mais de 500.000 clientes em mais de 20 anos de história. Por isso, afirmo: nós também podemos fazer isso para a sua empresa!

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