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O que acontece em Barcelona não fica em Barcelona

Esta é a primeira edição do MWC desde a largada do 5G, promovida pela Ericsson no ano passado, e vamos compartilhar aqui tudo o que ela significa para a indústria e a sociedade


22 de fevereiro de 2019 - 10h23

Em poucos dias, os principais atores do mundo tech se reúnem em Barcelona para mais uma edição do maior palco do mundo da mobilidade, o Mobile World Congress (MWC). Não há nenhuma dúvida de que a tecnologia móvel de quinta geração, conhecida como 5G, será o centro das atenções e é sobre ela e o que ela proporciona que vou abordar aqui ao longo de todo o evento. Afinal, o que acontece em Barcelona não fica em Barcelona!

(Crédito: Sérgio Damasceno)

O mais interessante em acompanhar o MWC pelos olhos da Ericsson é que estaremos totalmente imersos no mundo 5G. Enquanto o mundo inteiro fala sobre 5G, a Ericsson já está implementando redes reais em conjunto com as operadoras pioneiras. Fomos os primeiros com redes comerciais 5G nos Estados Unidos e já colocamos em operação redes de quinta geração na Europa, Austrália e Ásia.

O ritmo de crescimento do 5G deverá ser tão vertiginoso que, de acordo com o estudo Mobility Report, da Ericsson, até o final de 2024 mais de 40% de toda a população mundial terá cobertura de quinta geração, com cerca de 1.5 bilhão de assinaturas, o que corresponderá a 17% de todas as conexões móveis no período, algo nunca visto no mundo das telecomunicações.

Mas o que faz o 5G ser tão importante? A velocidade de conexão, 100 vezes maior que as taxas alcançadas pelo 4G, já justificaria a expectativa em torno do seu lançamento. Mas a quinta geração vai muito além de redes sociais e filmes em alta definição: com capacidade de conectar mais coisas ao mesmo tempo e um tempo de resposta instantâneo, ela abre caminho para que a internet seja usada de forma totalmente inimagináveis, ao menos até agora.

Com o 5G, aliado a inteligência artificial, computação em nuvem e sistemas avançados de gestão da experiência do cliente, as operadoras de telecomunicações terão grande chance de tirar casos de uso disruptivos dos laboratórios e leva-los a fábricas, residências, hospitais, fazendas, e gerar valor para consumidores, a indústria e a sociedade como um todo.

Imagine o que pode ser feito com todos os dados e insights gerados com o 5G? Então acompanhe a minha experiência nos próximos posts!

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