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5G é sinônimo de conectividade e retomada em cenário pós pandemia

Estamos trabalhando agora para o futuro que chega em breve

Carolina Huertas
3 de março de 2022 - 19h25

Nos últimos dois anos, participamos remotamente dos principais eventos e congressos de Telecomunicações e Tecnologia no Brasil e no exterior. Retornar a Barcelona depois de tanto tempo evoca uma mistura de sentimentos, e é animador ver como empresas em todo o mundo seguiram em frente com o desenvolvimento de projetos e tecnologias inovadoras apesar de tantos contratempos causados pela pandemia.

Com a TIM não foi diferente. Neste intervalo, podemos dizer que a inovação nunca parou na operadora. Atingimos marcos importantes, chegamos a mais de 4.700 cidades com cobertura 4G, ampliamos nossa atuação em áreas mais distantes dos centros urbanos, desenvolvemos e implementamos projetos cada vez mais desafiadores e terminamos 2021 sendo protagonistas no maior leilão de frequências já realizado no Brasil, o leilão de 5G.

E aqui, em Barcelona, percebemos como as iniciativas com esta nova tecnologia estão dominando as conversas, seja nos estandes, nos corredores ou nas apresentações.  Estamos falando de uma tecnologia que irá impulsionar a difusão  do acesso à conectividade avançada, que aliada à Internet das Coisas (outro tópico bastante discutido durante a feira), irá mudar o conceito de indústria ao digitalizar os processos produtivos.

Na TIM, o IoT já é uma realidade em 4G, por exemplo, para o agronegócio, para segurança e iluminação pública, e para a indústria automobilística. Durante este evento, percebemos que estes setores são cada vez mais prioridade na agenda das empresas. Um novo pavilhão, chamado Industry City, conta com inúmeros projetos relacionados à Educação, Fintechs, Foodtechs, Manufatura e Mobilidade, e mostra a integração dos negócios com o 5G.

A educação, inclusive, deve ser uma prioridade para todos, ainda mais no Brasil.  Seja em 4G ou 5G, a TIM tem feito a sua parte, com iniciativas digitais, como a edtech Ampli, de ensino a distância, disponibilizando capacitação profissional e cursos de graduação ou pós-graduação, ou levando conectividade a áreas mais remotas do país, inclusive àquelas próximas de grandes produtores agrícolas. O sinal de 4G chega à fazenda, atende aos produtores e colaboradores, e atende também às comunidades próximas, conectando alunos e professores com o mundo.

Uma outra pauta bastante frequente durante o Congresso foi a importância de soluções sustentáveis para uma implementação mais eficiente do 5G. O assunto já havia sido destaque no ano passado, na edição híbrida do evento, mas este ano, vemos mais empresas de vários setores da Tecnologia da Informação se comprometendo com uma agenda de inovação e conectividade que ofereça o menor impacto possível ao meio ambiente.  A discussão sobre fontes de energia sustentáveis, por exemplo, está na pauta não só da TIM e de seus pilares ESG, como de seus parceiros e de operadoras móveis pelo mundo. Na prática, nossos projetos de cobertura 4G cobrem boa parte do Brasil com antenas movidas a energia solar, e em fevereiro, inauguramos nosso primeiro biosite eólico, para o Balneário turístico de Pipa (RN). São milhares de antenas implementadas com o projeto Sky Coverage e mais de 1700 biosites. Em breve, algumas estruturas poderão também ser usadas para testes com rede 5G. 

No Brasil, podemos e devemos fazer ainda mais. Estamos trabalhando agora para o futuro que chega em breve.

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