Mobile se consolida como ferramenta de transformação
Hoje, tem-se a certeza de que a "tecnologia é cool" e de que tais novas tecnologias permitem a essas marcas inovar, desde que estejam dispostas a assumir riscos
Hoje, tem-se a certeza de que a "tecnologia é cool" e de que tais novas tecnologias permitem a essas marcas inovar, desde que estejam dispostas a assumir riscos
28 de fevereiro de 2017 - 7h11
É sempre muito difícil resumir o que é o primeiro dia de Mobile World Congress, quando existem tantas coisas pra se ver e tantas expectativas a serem atendidas. As coisas mais interessantes que vi e ouvi nesta segunda-feira vieram das marcas que vêm aprendendo a usar mobile na transformação dos seus negócios e envolvem grandes players do mercado, como Johnson & Johnson, Aaron Martin e Mercedes Benz. Hoje, tem-se a certeza de que a “tecnologia é cool” e de que tais novas tecnologias permitem a essas marcas inovar, desde que estejam dispostas a assumir riscos.
A consciência de que os consumidores são os mesmos – por mais que mundo físico e digital sejam diferentes – está moldando as estratégias de comunicação que aparecem permeadas pelo desejo de acompanhar novos comportamentos, gerações e economia. Destaque para o case “Feel a smile” da J&J que, apesar de ser de 2 anos atrás, só mostra como a indústria de healthcare ainda tem muito o que ser “disrupted by mobile”. Amanhã tem mais.
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